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Conselho de medicina libera procedimentos de mudança de sexo para mulheres
2:54 pm | 2 Sep
Seção Editorial Postado em 2/9/2010 17:54 por Felipe Botelho EMILIO SANT'ANNA
DE SÃO PAULO
A partir desta quinta-feira, a mudança de sexo para mulheres está regulamentada no país. Com a decisão do CFM (Conselho Federal de Medicina), publicada no "Diário Oficial da União", os procedimentos de retirada de mamas, ovários e útero deixam de ser experimentais e podem ser feitas em qualquer hospital que siga os requisitos da resolução.
Apenas a neofaloplastia (cirurgia de construção do pênis) continua sendo considerada experimental. O CFM ainda considera questionável os resultados desse tipo de procedimento.
O tratamento para a mudança de sexo só pode ser realizado em pessoas maiores de 21 anos e deve obedecer aos mesmos critérios da mudança de sexo em homens transexuais.
A seleção dos pacientes para cirurgia continua obedecendo a avaliação de equipe multidisciplinar constituída por médico psiquiatra, cirurgião, endocrinologista, psicólogo e assistente social. Este acompanhamento deve ser de, no mínimo, dois anos.
Para a gaúcha, Cristyane Oliveira, uma das pioneiras a passar pela cirurgia de mudança de sexo no Brasil, em 2001, a resolução do CFM é uma vitória das mulheres transexuais --que não se enxergam num corpo feminino. "É uma conquista e um avanço muito importantes para essas mulheres", afirma.
Em 1997, o CFM liberou as cirurgias de mudança de sexo masculino, desde que realizadas em hospitais universitários, e em caráter experimental. "Fui uma das primeiras a procurar o serviço do Hospital das Clínicas de Porto Alegre", diz Cristyane.
Ela afirma que a resolução do CFM pode aliviar o sofrimento das mulheres que não têm como pagar pela cirurgia em outros países, que podem custar até R$ 40 mil. "Hoje, a Tailândia é um dos lugares mais procurados pelas mulheres, porque lá os médicos conseguem os melhores resultados", diz.
Hoje ela está casada e trabalha como secretária em Porto Alegre. Mas para isso, teve que vencer outra barreira além da cirurgia para redefinir seu sexo. "A mudança de minha identidade levou cinco anos para ficar pronta", afirma. "Na época, o Ministério Público recorreu porque queria que constasse de minha identidade a informação de que havia passado pela cirurgia. O caso se arrastou e acabou sendo decidido em Brasília pelo Supremo."
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Falando Naquilo.....Cuidado ao Provar roupas alheias...
7:00 am | 1 Sep
Seção Curiosidades Postado em 1/9/2010 10:00 por Felipe Botelho Um video para descontrair...
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Manifesto busca apoio para a criação do Dia do Sexo
5:44 pm | 31 Aug
Seção Curiosidades Postado em 31/8/2010 20:44 por Felipe Botelho Objetivo é criar uma data no calendário oficial nacional que discuta a importância do sexo, seus tabus e preconceitos
Dia das Mães, Dias dos Pais, Dia das Crianças, Dia dos Namorados. Em meio a tantas datas comemorativas, por que não criarmos um dia em homenagem àquilo que deu origem a tudo: o sexo. Há dois anos, no dia 6/9, é comemorado aqui no Brasil o Dia do Sexo. Para que a data seja oficializada e passe a fazer parte do calendário oficial do País foi criado o Manifesto pelo Dia do Sexo.
A ação tem como objetivo criar um dia para que todos aproveitem uma das melhores coisas da vida com saúde, conhecimento, bem estar e segurança. A proposta é que a data se torne um evento no qual a sociedade brasileira possa discutir o assunto levando as pessoas a se questionarem mais, disseminar informações corretas, quebrar tabus, acabar com preconceitos e apoiar a conscientização do sexo seguro.
Todo o projeto tem o apoio de Olla, linha completa de preservativos e lubrificantes, que apresenta soluções para uma vida sexual saudável e prazerosa. A marca acredita que, por meio dessas ações, a população tenha acesso às informações sobre sexo seguro com consciência, além de uma melhor qualidade de vida. Uma das apoiadoras do projeto criado e apoiado por Olla é a renomada psicóloga e sexóloga Carla Cecarello. Ela acredita que as pessoas precisam ver o sexo como algo que faz parte de nossas vidas e não como algo proibido ou pecaminoso: “O sexo é uma manifestação natural que desperta uma série de sentimentos e reações. Falar abertamente é a melhor maneira de quebrar mitos e tabus que influenciam negativamente a vida das pessoas e que acabam contribuindo para uma expressão sexual cheia de medos e preconceitos” afirma Cecarello.
Ainda segundo a especialista, a criação do Dia do Sexo no calendário oficial do País é um ato importante de cidadania já que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o sexo é um dos quatro pilares importantes para garantir a qualidade de vida. “Instituir o Dia do Sexo é provocar, tanto em órgãos públicos como em empresas privadas, uma data que leve as pessoas à reflexão sobre os aspectos que envolvem o sexo como um todo e não apenas a sacanagem, o pecado, a liberdade ou a banalização, que é como, infelizmente, o assunto é normalmente tratado na nossa sociedade”, conclui.
A campanha do Dia do Sexo possui um site exclusivo www.diadosexo.com.br onde as pessoas assinam o Manifesto e apoiam a criação da data. Na página, os internautas também podem brincar com o Sextrix, um jogo virtual com figurinhas sexuais, ter mais informações sobre as festas e baixar gifts da campanha. Também foi criada uma comunidade no Facebook (Dia do Sexo), além de um perfil no Twitter (www.twitter.com/diadosexo).
Para Mel Girão, Diretora Executiva de Marketing de Olla, este é um dia para que as pessoas possam falar sobre o sexo seguro, sem tabus ou preconceitos. “Ter uma data como esta leva as pessoas a se questionarem mais, principalmente em relação ao seu comportamento frente ao sexo e, também, a procurarem mais informações sobre o assunto”, explica a executiva.
“Muito se fala sobre liberdade sexual com consciência e prevenção, mas sabemos que a informação está acessível a uma pequena parcela da população. Com a criação de uma data oficial acreditamos que conseguiremos contribuir com a disseminação de informações valiosas sobre o sexo seguro, fazendo com que um número maior de pessoas tenham conhecimento, tirem suas dúvidas e derrubem seus próprios tabus a respeito deste assunto que é sempre muito polêmico”, finaliza.
Para saber mais sobre o assunto, basta acessar o portal www.diadosexo.com.br.
Sobre a Olla
Olla apresenta uma linha completa de preservativos e lubrificantes para atender todos os consumidores. Além dos tradicionais Lubrificado e Sensitive, Olla disponibiliza no mercado os preservativos com aromas e os que estimulam sensações, garantindo ainda mais prazer para os usuários.
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Vídeo - Jeito interessante de tocar uma musica...
7:00 am | 14 Aug
Seção Curiosidades Postado em 14/8/2010 10:00 por Felipe Botelho Muito Bacana este vídeo!
PIANOMAN
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Por Arnaldo Jabor
11:49 am | 13 Aug
Seção Rapidinhas Postado em 13/8/2010 14:49 por Felipe Botelho "Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim.Como tudo na vida.Detesto quando escuto aquela conversa: 'Ah, terminei o namoro...''Nossa,quanto tempo?''Seis anos... Mas não deu certo...acabou'É não deu...'Claro que deu! Deu certo durante seis anos, só que acabou.
E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama. Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel. Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador. Às vezes ela é malhada, mas não é sensível. Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro. Mas quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia! E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate...se joga... se não bate... mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer. Mas tem o DEVER de te avisar. Não lute, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não. Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família? O legal é alguém que está com você por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós, morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar,seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, CORRA, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar ou se apaixonar. Ou se culpar .Enfim...quem disse que ser adulto é fácil?"
Arnaldo Jabor
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Na hora do sexo, carioca tem prazer em satisfazer a mulher
1:50 pm | 10 Aug
Seção Comportamento Postado em 10/8/2010 16:50 por Carla Cecarello Na hora do sexo, carioca tem prazer em satisfazer a mulher
Pesquisa diz que morador do Rio valoriza qualidade da relação. Mas no País ainda há muito homen que só pensa em si
POR PÂMELA OLIVEIRA
O sexólogo Amaury Mendes Júnior já não acredita que a posição masculina seja tão desinteressada. E lembra que para o homem, o prazer feminino é uma afirmação da masculinidade. “Embora uma parcela dos homens esteja realmente interessada em proporcionar prazer às mulheres, uma outra parte é muito narcisista e está preocupada com o que a mulher vai falar dele para as amigas”, afirma. “Atendo muita mulher que se queixa daquele homem que pergunta insistentemente se ela gozou”.
E com tanta vontade de impressionar, mesmo os que não têm problemas de ereção recorrem aos medicamentos que dão uma ‘turbinada’. Entre os cariocas, 57% dos que usaram esse tipo de remédio não precisavam, segundo a pesquisa ‘Sexualidade e Saúde Masculina’, realizada em cinco capitais.
O trabalho mostrou ainda que a droga é indicada por amigos, não por um médico. “O uso recreativo é frequente. Há homens que andam com o comprimido no bolso e, se ficam nervosos, usam para garantir a ereção”, diz Carla, acrescentando que o hábito é arriscado já que a medicação não pode ser usada por alguns grupos, como os que usam remédios à base de nitrato.
Conversas com amigos e pesquisas na Internet
Eles fazem sexo com as mulheres, mas preferem conversar sobre o tema com os amigos. Quando buscam informações sobre sexo e sexualidade, recorrem à Internet em primeiro lugar, além de jornais e revistas, de acordo com a pesquisa, que ouviu três mil homens com idades entre 19 e 60 anos.
“Os homens ainda levam cerca de 3 anos com problemas relacionados ao sexo até buscar atendimento médico. Eles preferem conversar com os amigos ou ler sobre o assunto. Nos consultórios, eles ficam constrangidos na sala de espera, com a cabeça baixa, porque procurar ajuda significa admitir o problema”, explica Carla.
Presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, Archimedes Nardozza Júnior ressalta a importância de o homem buscar atendimento. “Embora ainda haja muita dificuldade de o homem admitir a disfunção erétil, é muito importante conscientizá-los de que ela pode ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde. A disfunção é considerada um marcador de doenças cardiovasculares.”
  
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Mais de 70% das mulheres nunca atingiram o orgasmo com seus parceiros
3:57 pm | 6 Aug
Seção Saúde Feminina Postado em 6/8/2010 18:57 por Felipe Botelho Mulheres têm muito mais orgasmos sozinhas, se masturbando, do que com o esforço de seus parceiros.
Vários estudos, nas últimas décadas, chegaram independemente a essa conclusão. O mais famoso deles, liderado por Edward Laumann, da Universidade de Chicago, concluiu que apenas 29% das mulheres se dizem realmente capazes de atingir o orgasmo com seus parceiros -- talvez existam mais atrizes brilhantes entre nós do que o imaginado. Já 61% delas se disseram capazes de fazê-lo se masturbando.
Mesmo para as mulheres que conseguem o orgasmo com seus parceiros, é bem mais difícil chegar lá via penetração do que por estimulação do clitóris, diz David Buss, psicólogo da Universidade do Texas. Ele cita estudos que mostram que, mesmo nesse grupo, 40% das mulheres passarão a vida inteira sem um orgasmo causado por penetração. Se o objetivo é fazê-la feliz, é melhor, nas palavras do jornalista Xico Sá, esquecer a "assepsia das novas gerações" e investir no sexo oral, portanto.
"Algumas mulheres ficam preocupadas ou acham que estão perdendo alguma coisa grande se elas não conseguem atingir o orgasmo apenas com a penetração dos seus parceiros. Mas é bom que elas saibam que orgasmos vaginais não são mais profundos, intensos ou prazerosos do que orgasmos via clitóris, ainda que algumas mulheres que conseguem ter orgasmos dos dois jeitos tenham as suas preferências", diz Buss, autor do livro "Why Women Have Sex" (Por que as mulheres fazer sexo, inédito em português).
Buss tenta explicar o maior sucesso da masturbação feminina em comparação com o esforço masculino: as mulheres já gastaram mais tempo explorando quais são as partes do seu corpo mais sensíveis. Sabem, portanto, atacá-las com mais eficiência. Como isso varia de mulher para mulher, por mais experiente que um homem seja sexualmente, nunca vai ser a mesma coisa. "Aquilo que faz Lisa gritar de prazer poderia muito bem fazer a Linda sair correndo da cama", diz. Nesse sentido, fazer um homem chegar ao orgasmo é muito mais simples.
O sexo, então, tende a melhorar com o tempo em um relacionamento (apesar de outros fatores, como brigas, tédio ou desejo por outras pessoas, fazendo força no sentido oposto). "Por isso, é importante que as mulheres mostrem aos homens do que gostam, nem que seja direcionando-os para suas partes favoritas do corpo. Mas muitas mulheres não fazem isso porque têm medo de ofender seus parceiros. E, de fato, muitos podem reagir mal."
POR QUE NÃO?
Os médicos nunca encontraram, porém, diferenças físicas entre as mulheres que têm muitos orgasmos e as que não conseguem chegar lá. O que varia entre elas, portanto, é o fator emocional. Uma mulher preocupada tem mais dificuldade para atingir o orgasmo, diz Buss. Elas precisam de mais concentração do que os homens. Somente eles vão ser felizes, portanto, se "elas tiverem que se preocupar com os filhos (ou os pais) escutando tudo no quarto ao lado". Ficar pensando na quantidade de trabalho a fazer, no quanto o parceiro já não é mais tão atraente ou sentir culpa por estar estar naquele lugar também não ajuda.
Esse fator emocional pode, claro, variar entre culturas distantes. Se, em algumas sociedades o orgasmo feminino é tabu, existe um local que é o paraíso da mulher insatisfeita sexualmente: a ilha de Mangaia, uma das Ilhas Cook, na polinésia.
Na cultura dos nativos, o orgasmo feminino é idolatrado e homens que notoriamente não conseguem fazer com que suas parceiras alcancem esse prazer são vistos com maus olhos pelos colegas. "A empresa Air Rarotonga oferece quatro voos por semana para lá", recomenda Buss, brincando. Os antropólogos não encontraram, por lá, mulheres se queixando. "Faz todo sentido, porque, ao contrário dos homens, as mulheres precisam aprender a ter um orgasmo", diz Buss.
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Portadores da Síndrome da Bexiga Hiperativa podem enfrentar problemas na vida sexual
7:00 am | 5 Aug
Seção Saúde Masculina Postado em 5/8/2010 10:00 por Carla Cecarello Dr. José Carlos Truzzi
“...saímos por seis meses e até hoje, meu último namorado não sabe que tenho incontinência urinária. Não falei para ele por vergonha!” (C.A.O., 23 anos., portadora de bexiga hiperativa há 8 anos)
A síndrome da bexiga hiperativa figura entre os principais problemas urinários apresentados por pessoas de ambos os sexos. Manifesta-se por uma vontade incoercível de urinar, aumento no número de micções durante o dia e a noite e, em muitas vezes, é acompanhada por perda involuntária de urina, chamada de incontinência urinária.
Estima-se que 19% da população brasileira sofram dessa disfunção miccional. A respeito da elevada prevalência, somente um quarto dessa população busca atendimento especializado. As razões são diversas: acreditar na normalidade da situação, apesar do comprometimento marcante da qualidade de vida, associar a situação urinária a outras vivenciadas por parentes, crer na inexistência de um tratamento efetivo, ou simplesmente, vergonha.
O receio de expor a outra pessoa uma situação tão íntima quanto a incapacidade de conter a urina é algo usual. Em jovens, esse fato é ainda mais constrangedor e faz com que este grupo etário evite abordar o assunto mesmo em consultas médicas. Essa postura acarreta um distanciamento não apenas da possibilidade de um diagnóstico correto e tratamento efetivo, mas de pessoas próximas ao seu convívio.
Metade dos portadores de bexiga hiperativa evitam manter atividades sexuais. Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine avaliou o impacto da bexiga hiperativa na saúde sexual de mulheres. Enquanto 91% das participantes sem a disfunção vesical mantinham relações sexuais mais do que uma a três vezes por mês, apenas 50 % das portadoras de bexiga hiperativa mantinham essa atividade. Tal fato foi mais notório entre as mulheres com bexiga hiperativa e incontinência urinária. Neste grupo a diminuição da libido foi diretamente associada à coexistência da hiperatividade vesical.
O impacto da bexiga hiperativa na vida sexual envolve vários aspectos, tais como a diminuição do desejo sexual, o receio de perdas durante as relações, o constrangimento pelo odor de urina nas roupas, as feridas desencadeadas pela umidade local constante.
Não apenas mulheres sofrem de transtornos na esfera sexual. Entre os homens com bexiga hiperativa a atividade sexual cai a um terço e a disfunção erétil ocorre uma vez e meia a mais quando comparados a homens com a função vesical preservada. A disfunção erétil nesse grupo de pacientes se assemelha à observada em outras doenças classicamente envolvidas com essa fisiopatologia, como o diabetes mellitus e a hipertensão arterial.
A redução no prazer obtido durante a relação sexual e da satisfação da vida sexual levam estas pessoas a refutarem o relacionamento. Esse isolamento acarreta um círculo vicioso que conduz estas pessoas a evitar cada vez mais a abordagem do tema e a uma maior descrença na possibilidade de tratamento. Isto contribui para uma resposta pior às terapêuticas propostas e a uma maior probabilidade de abandono destas, com conseqüente aumento no risco de complicações.
As opções de tratamento são várias, desde medidas comportamentais e exercícios pélvicos à aplicação da Toxina Botulínica na bexiga, passando pelo uso de medicações orais. O tratamento cirúrgico figura como opção final, quando as precedentes falharam, o que tem ocorrido cada vez menos. A melhora da qualidade de vida após a obtenção de sucesso no tratamento é marcante também entre outras situações desencadeadas pela existência da bexiga hiperativa, como no desempenho profissional e na depressão.
O retardo no diagnóstico e tratamento acarreta um desgaste na vida sexual, muitas vezes com danos irreparáveis no relacionamento de um casal. Não apenas o controle miccional, ou a proteção ao trato urinário superior, em risco pela atividade aumentada da bexiga merecem a atenção. O reconhecimento deste efeito paralelo provocado pela bexiga hiperativa é crítico na sua abordagem e restabelecimento da qualidade de vida daqueles acometidos pela síndrome da bexiga hiperativa.
Fonte: Dr. José Carlos Truzzi, doutor em urologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Autor do livro: “Bexiga Hiperativa: aspectos práticos”, pela editora O Nome da Rosa.
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A busca pelo sexo pode não ser o motivo da traição do seu parceiro
1:49 pm | 4 Aug
Seção Comportamento Postado em 4/8/2010 16:49 por Carla Cecarello Dias atrás, fiquei impressionada com uma entrevista que a apresentadora de TV americana, Oprah Winfrey, fez com o conselheiro matrimonial M. Gary Neuman, sobre o seu mais novo livro à respeito da infidelidade masculina, ainda não lançado no Brasil – “The Truth About Cheating”.
Baseada nos dados apresentados pelo autor, fiz uma reflexão sobre como melhorar a convivência conjugal e, assim, evitar a devastação que a infidelidade pode trazer para toda a família.
Através de pesquisas, Neuman descobriu que 92% dos homens que traíram suas esposas não colocaram o sexo como o principal motivo da traição. A maioria relatou que a causa principal foi a falta de envolvimento emocional, isso porque, com as suas as esposas, eles se sentiam sem valor. Enquanto isso, no relacionamento extra-conjugal, encontraram mulheres que reconheceram seus pontos positivos, que os fizeram se sentir admirados, seguros e vencedores.
E é fato que os homens precisam se sentir vencedores!
Através da minha experiência como Consultora em Desenvolvimento Humano, acredito que os cônjuges devem encontrar meios de manter a proximidade dos primeiros anos de união, combatendo as críticas e queixas e cultivando elogios e agrados. Todo ser humano - seja homem ou mulher – é sensível e carente de admiração, principalmente aqueles que parecem mais fortes e imbatíveis.
A melhor forma de um homem evitar a tentação da traição e suas consequências é contar para sua companheira quando começar a se sentir interessado ou assediado por outra mulher, porque, assim, o casal poderá dialogar e descobrir, com maturidade, o que está faltando para que ambos se sintam mais sintonizados e seguros. A mentira nos relacionamentos racha o “cristal da confiança” e, um cristal uma vez trincado, já perdeu boa parte do seu valor.
Que você, então, na sua convivência conjugal, possa se lembrar que um simples olhar de carinho já é uma forma de conquista, que um toque suave ou um beijo inesperado são expressões de afeto e, sempre que puder, elogie… elogie… e elogie muito mais! Faça com que seu parceiro ou parceira se sinta importante e que vocês possam ser os melhores amigos - um do outro -, reforçando a conexão emocional tão necessária para um relacionamento feliz e duradouro.
*Eliana Barbosa é Consultora em Desenvolvimento Humano, articulista de jornais e de revistas de circulação nacional e internacional, autora dos livros “ACORDANDO PARA A VIDA – Lições para sua transformação Interior”, “O ENIGMA DA BOTA – Enfrentando a sucessão empresarial com equilíbrio e sabedoria” e “CARA A CARA COM ALGUÉM MUITO ESPECIAL – Histórias e lições inspiradoras para você se conhecer... e vencer!” (Novo Século Editora), e ministra palestras e cursos transformacionais sobre desenvolvimento pessoal e profissional, por todo o país.
Conheça melhor as suas atividades profissionais no site www.elianabarbosa.com.br ou assista aos seus vídeos no Youtube: www.youtube.com/elianabarbosashow
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Acupuntura ajuda a melhorar a libido e afirma que sexo é tão importante quanto a alimentação
12:36 pm | 3 Aug
Seção Curiosidades Postado em 3/8/2010 15:36 por Felipe Botelho Muitas são as causas da perda da libido como, por exemplo, os desequilíbrios hormonais, nódulos, infecções genitais, uso de algumas medicações que causam efeitos colaterais (tanto no homem quanto na mulher) e 10% das causas são psicológicas tais como desgaste da relação, stress, etc.
Quando existe um desequilíbrio entre o Yin (frio) e o Yang (calor) mesmo sem ter uma patologia, perde-se o interesse pelo sexo e as pessoas ficam tristes, deprimidas, depressivas, irritadas, impacientes e perdem o sono. “A Acupuntura preconiza que a saúde mental está intimamente ligada à saúde sexual. Para a Acupuntura o sexo é tão importante quanto a alimentação, o sono, a sede e as necessidades fisiológicas, já que a atividade nos torna mais felizes, pacientes, saudáveis e com muito menor índice de doenças”, declara a especialista no assunto, Aparecida Enomoto.
O tratamento para trazer de volta a libido através da Acupuntura, promove o aumento da produção dos hormônios do prazer como a endorfina que relaxa, acalma e nos faz feliz, a serotonina que tem ação profunda no efeito do humor e da ansiedade e a noradrenalina que induz a excitação física e mental ativando o centro do prazer, além de aumentar o estrógeno e a testosterona, hormônios importantes para a libido.
As aplicações são feitas com agulhas finíssimas (descartáveis), sendo quase indolor. O ideal é fazer uma sessão por semana com duração de uma hora entre a sessão e a anamnese da semana. Em casos mais críticos, a fitoterapia chinesa OBS age em conjunto com a Acupuntura. Os resultados são impressionantes.
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Estudo: sexo pode ajudar no crescimento de células do cérebro
3:31 pm | 28 Jul
Seção Curiosidades Postado em 28/7/2010 18:31 por Felipe Botelho Um estudo da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, indica que o sexo pode ajudar células do cérebro a crescer e também é capaz de diminuir a ansiedade. Como pesquisas anteriores indicavam que eventos estressantes pode reprimir o crescimento de neurônios em adultos, os cientistas decidiram testar eventos contrários ao estudar o efeito do sexo em ratos. As informações são do Live Science.
Os pesquisadores colocaram no mesmo espaço ratos machos adultos e fêmeas sexualmente receptivas uma vez ao dia durante duas semanas e, com outros animais, apenas uma vez em duas semanas. Os cientistas mediram no sangue dos roedores os níveis de um hormônio conhecido como glucocorticoide, ligado ao estresse e que pode estar relacionado a efeitos prejudiciais ao cérebro causados por experiências desagradáveis.
Quando comparados com machos virgens, ambos os grupos de ratos sexualmente ativos apresentaram uma proliferação de células no hipocampo, área do cérebro ligada à memória e especialmente sensível a experiências desagradáveis. Os animais que tiveram um maior número de relações sexuais apresentaram também um crescimento no tamanho dos neurônios, assim como no número de conexões entre essas células.
Por outro lado, os roedores que viram as fêmeas apenas uma vez em duas semanas tiveram um aumento no hormônio ligado ao estresse, enquanto que o outro grupo não apresentou nenhum aumento. Os cientistas dizem que o grupo que mantinha relações sexuais diárias era mais rápido que os virgens para consumir alimentos em um ambiente desconhecido - o que indica menor ansiedade.
Os pesquisadores afirmam ainda que, se por um lado os hormônios do estresse podem fazer mal ao cérebro, esse efeitos podem ser anulados por uma experiência prazerosa. O estudo foi publicado no jornal especializado PLoS ONE.
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"Desapaixonar" e "Reapaixonar": você já vivenciou isso?
2:25 pm | 22 Jul
Seção Comportamento Postado em 22/7/2010 17:25 por Carla Cecarello Outro dia, num bate papo bem informal, entre uns bolinhos de bacalhau e uns chopps, uma amiga formulou duas questões intrigantes, do ponto de vista biológico, sobre a paixão. Vamos às respostas, que longe de concluir o tema, são meramente sugestões de argumentos e possibilidades.
É possível bloquear uma paixão? Quer dizer, ao perceber que aquele indivíduo pode ser nocivo, é possível romper no auge da paixão?
A paixão, como descrito pela ciência, é um estado fisiológico com "sintomas psíquicos e físicos" em que há uma intensa atividade cerebral e hormonal muito semelhante ao estado de vício por uma droga, como a cocaína. O julgamento crítico, o discernimento, e a racionalidade em relação ao parceiro estão muito reduzidos, especialmente nos primeiros meses da paixão. Entretanto, pode-se (tentar) “bloquear” a paixão por meio do estímulo da racionalidade. E isso, obviamente, se o ser apaixonado estiver disposto a tentar...
Se o indivíduo for capaz de identificar seu estado de paixão - conhecer (ou ao menos ter noção, ou até ter iniciativa de buscar ajuda psicoterápica) o que se passa com seu cérebro, corpo e hormônios, e, ainda ter a capacidade de (se deixar tentar) autoavaliar no relacionamento - é possível evitar situações arriscadas e até “bloquear” a paixão. E qual seria a “fórmula” para o "desapaixonamento"?
Primeiro, (e pode parecer simples, mas com certeza quem já vivenciou sabe que não é!), estimula-se o apaixonado à ação de "inversão" do apaixonar-se, como por exemplo: instiga-se a redução e até a ausência da focalização no parceiro; estimula-se, ativamente, a redução da idealização da pessoa (elabora-se uma “lista” de defeitos (reais) do parceiro); as esperanças de continuidade do relacionamento são completamente eliminadas; aumenta-se a sua autoestima (por exemplo, valorizando traços e atitudes positivas). Também, provoca-se a motivação para a realização de atividades novas (conhecer pessoas e vivenciar situações diferentes) e desafiadoras no cotidiano e, finalmente, uma a das mais sábias (e comprovadas!) sugestões: estimula-se a busca por um novo amor. Afinal, nada melhor do que ser pró-ativo e “fazer a fila andar”...
Porém, (ah, sempre, tem um deles nestas questões do coração) devemos lembrar que assim como na recuperação por um "vício", podem ocorrer recaídas amorosas. E, elas podem ser causa de reatamentos conflituosos, além de aumentar as chances de gerar “bobagens amorosas”, tais como filhos não planejados, empréstimos ou doação de dinheiro para o parceiro, compra de imóveis etc. E por que tais recaídas teimam em aparecer? É como se o cérebro tentasse manter ao seu lado, o máximo possível, a fonte de prazer e recompensa (de dopamina e endorfinas), que o parceiro representa para o apaixonado.
É possível retomar, anos depois, uma antiga paixão? Como uma paixão de adolescência, por exemplo?
Sim, é possível! Entretanto, esta "retomada" da paixão, o “reapaixonar-se”, do ponto de vista biológico, tem que apresentar certas "condições psíco-biológicas" favoráveis para o reinício do estado da paixão. Pesquisadores têm afirmado que a paixão, por ser um estado de profundas alterações cerebrais e hormonais, poderia ocorrer, preferencialmente, naquelas circunstâncias de "extremos de vivências emocionais", em que a química cerebral (seja por situações de grande felicidade ou de infelicidade) se aproxima a da paixão. (Lembremos que as respostas neuroendócrinas da paixão e do estresse são muito semelhantes...). Por exemplo, no início de um novo trabalho, mudança de cidade ou país, nascimento de um filho, divórcio, depressão, solidão, celebração de sucesso, uma viagem de férias etc.
Não podemos esquecer que a "química dos 5 sentidos (visão, olfato, audição, toque, paladar (beijo) da atração sexual" deve entrar em ação no tal reencontro. E, por fim alguns ingredientes psicológicos devem estar presentes nesse "reapaixonamento": a memória positiva dos “bons tempos”, a admiração pelo parceiro, a esperança de tê-lo novamente e uma certa dose de insegurança para ser "aceito" (como no famoso joguinho do “se fazer difícil”: “querer e não querer” ou "frio e quente").
Autora: Cibele Fabichak, autora do livro: “Sexo, Amor, endorfinas & Bobagens”, Ed. Novo Século, 2010. Site: www.amorebobagens.com.br
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Solteiros gastam mais, mas a vida a dois é mais feliz
2:24 pm | 21 Jul
Seção Comportamento Postado em 21/7/2010 17:24 por Felipe Botelho Patricia Zwipp
Ser solteiro não é sinônimo de economia. Os que estão só gastam mais em despesas básicas em comparação com os casais. No Reino Unido, dão a adeus a £250 mil (pouco menos de R$680 mil) a mais durante a vida do que quem vive com o parceiro, segundo uma pesquisa encomendada pela empresa uSwitch, que oferece serviço de comparação de preços pela Internet. Por ano, as despesas com casa e alimentação ficam em quase £5 mil (mais de R$13 mil) acima.
O estudo contou com a participação de 2 mil adultos. E também chegou à conclusão de que a vida a dois é mais feliz. Quase dois terços das pessoas que vivem com alguém diz que está melhor assim, enquanto apenas uma em cada cinco acredita que o fato de ser solteira é uma aposta interessante.
Ann Robinson, diretora de política do consumidor da uSwitch, afirmou ao jornal Daily Mail que as evidências estão cada vez maiores de que, apesar de os solteiros gastarem mais, para desfrutar de uma boa qualidade de vida a casa precisa de duas rendas.
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Gel germicida reduz em até 54% risco de contágio do HIV
6:34 am | 20 Jul
Seção Rapidinhas Postado em 20/7/2010 9:34 por Felipe Botelho Um gel germicida, que contém 1% de um antirretroviral, reduz em até 54% o risco de contágio do HIV em comparação a um gel vaginal que não contém nada, revelou nesta segunda-feira um estudo divulgado em Viena, onde está sendo realizada a conferência internacional sobre a aids.
O estudo, intitulado CAPRISA 004 que começou no dia 27 de fevereiro de 2007, tinha como objetivo estabelecer a eficácia e a segurança de um gel com 1% de tenofovir, um componente muito utilizado como antiretroviral, para a prevenção do vírus entre as mulheres.
Ele foi realizado com mulheres sul-africanas de 18 a 40 anos saudáveis e sexualmente ativas. Das mulheres analisadas, 445 receberam um gel com ARV; e 444, um gel sem a substância.
A incidência do HIV foi 54% mais baixa entre as mulheres que fizeram o tratamento completo, de 38% entre as que seguiram o tratamento parcialmente e de 28% entre as que recorreram pouco ao tratamento. Em média houve uma redução de incidência de 39%. Não houve efeitos negativos.
Segundo os autores do estudo, o gel com ARV poderá "preencher um grande buraco na prevenção do HIV, principalmente para as mulheres incapazes de negociar com êxito uma monogamia mútua ou o uso do preservativo".
As mulheres representam 60% das pessoas contaminadas pelo HIV na África, onde há 70% dos casos de contaminação registrados no mundo.
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Um belo texto de Martha Medeiros
2:33 pm | 19 Jul
Seção Editorial Postado em 19/7/2010 17:33 por Felipe Botelho Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: 'olha, não dá mais'. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: mas agora eu to comendo um lanche com amigos'. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?
Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia.
Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito!
Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.
Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.
Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.
O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.
Até que algo sensacional aconteceu...
Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele. Ele quem mesmo???
Martha Medeiros
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ABUNDÂNCIA NA FITA MÉTRICA
7:05 am | 18 Jul
Seção Curiosidades Postado em 18/7/2010 10:05 por Felipe Botelho Ranking dos maiores bumbums nacionais:

1- Cléo Cadilac
(antes da cirurgia eram “apenas” 102 cm)
122 cm
2- Andressa Soares
(Garota Melancia)
121 cm
3- Gracy Kelly
( Mulher Maçã)
115 cm
4- Caroline Miranda
112 cm
5- Ellen Cardoso
( Mulher Moranguinho)
109 cm
6- Valesca Popozuda
(colocou 350 ml nos glúteos)
108 cm
7- Carla Perez
102 cm
Fonte: Revista Vip – Fevereiro 2010
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A MELHOR É BRASILEIRA?
7:00 am | 17 Jul
Seção Curiosidades Postado em 17/7/2010 10:00 por Felipe Botelho 
A modelo gaucha Melanie Fronckowiak possui o sonho de muitas mulheres: o título de mehor bunda do mundo. O Prêmio mais do que merecido foi dado por uma grihe de lingerie francesa no fim de 2008. No entanto, a modelo não quer ser conhecida apenas pela retaguarda e decidiu dar um tempo nessa história de miss bumbum.
Tudo bem, mas um premio desses a gente nunca esquece – e como o concurso não teve outra edição, o titulo de Melanie virou, digamos, vitalício.
Fonte: Revista Vip – Fevereiro 2010
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A fórmula da bunda perfeita
7:00 am | 16 Jul
Seção Curiosidades Postado em 16/7/2010 10:00 por Felipe Botelho A MELHOR DO MUNDO É AUSTRALIANA?

Existe formula para a bunda perfeita? Para os ingleses, sim.
Uma equipe da universidade de Manchester desenvolveu uma formula para calcular a perfeição.
(S+C) x (B+F) / (T+V)
A formula considera o formato do bumbum (S), a curvatura (C), o balanço (B), a firmeza (F), a textura da pele (T) e aproporção entre a cintura e o quadril (V). Cada variável recebe uma pontuação de 1 a 20. Se o resultado for igual a 80, trata-se de uma bunda perfeita. Nos calculos dos academicos, apenas a cantora australiana Kylie Minogue alcançou os 80 pontos, superando famosas como Jennifer Lopez e Lily Allen.
Fonte: Revista Vip – Fevereiro 2010
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A bunda clássica
7:00 am | 15 Jul
Seção Curiosidades Postado em 15/7/2010 10:00 por Felipe Botelho 
Na antiguidade, os gregos veneravam as curvas generosas do traseiro de Afrodite Calípigia. Com formas perfeitas, a era helenística produziu varias esculturas que mostram uma mulher levantando o vestido e com o olhar para as costas, tentando avaliar seu belo bumbum. A versão mais famosa dela está exposta no museu de Nápoles, na Itália. No século 19, a escultura passou décadas trancafiadas na Cabine secreta do museu, um espaço reserado as obras eroticas e proibidas de serem expostas. Diz a lenda, que durante esses anos, mesmo com a constante vigilância, a obra apresentou diversas marcas de lábios na região da bunda.
Fonte: Revista Vip – Fevereiro 2010
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Os tipos principais de bumbum
7:00 am | 14 Jul
Seção Curiosidades Postado em 14/7/2010 10:00 por Felipe Botelho 
Colegial: É pequena e quase imperceptível de perfil. A bunda colegial é aquela que, mesmo com um ar inocente, tem seu charme. Muito comum entre mulheres magras e, principalmente, modelos.
Pera: Uma cintura fina acompanhada por um quadril generoso. A bunda pera é um sucesso por onde passa e, graças a seu contorno, chama a atenção com qualquer roupa.
Tanajura: é enorme, desproporcional em relação ao resto do corpo. É um banquete para os olhos e a preferida no universo funk. Segundo o cirurgião plástico Sergio Levy, “mulheres com esse tipo de bumbum, normalmente são gordas e fazem mutio excercício”.
Perfeita: Redonda, sem exageros e com uma leve dobra no fim da coluna vertebra e outra na raíz da coxa. A bunda perfeita é um tipo raro que requer, além de uma otima genética, muito preparo físico.
Fonte: Revista Vip – Fevereiro 2010
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