Degustate - Gastronomia

  • A carta de vinhos é show, a comida é show, o ambiente é show e a música é show. Apareça 7:15 pm | 4 Jun

    Seção Dicas
    Postado em 4/6/2011 22:15 por Didú Russo

    Se vale uma dica, vá à Enoteca Saint Vin Saint. Vinhos Orgânicos, Biodinâmcios e Naturais com margens justas. Veja aqui.



  • Que bom rever o Belarmino 6:38 pm | 4 Jun

    Seção Dicas
    Postado em 4/6/2011 21:38 por Didú Russo

    Eu hoje fui até ao Figueira Rubaiyat com uma garrafa do Blanc de Noir do Marichal. Você já provou? (Ravin).

    Pedimos um Caixote do Mar, um espetáculo de prato que chega com os diversos frutos do mar, cada um em seu ponto exato. Não é fácil com aquele lugar lotado. Queria mostrar esse vinho ao Belarmino. Sei que sua carta contempla tudo, mas este vinho mereceria estar lá também, um grande representante do Uruguay e perfeito para pescados.


    Ele não estava, mas para minha agradável surpresa estava o Belarmino original, o pai, quem começou a construir essa marca que orgulha espanhóis e brasileiros em São Paulo. Fiquei muito feliz por vê-lo com a família, sempre simpático, recuperado. Vida longa meu amigo. Muitos Vegas pela frente ainda. A propósito, há um elegante e interessado Sommelier lá, chama-se Denis. O Belarmino sabe encontrar talento.



  • Vinho, Selo Fiscal e a falta de comunicação 1:59 pm | 3 Jun

    Seção Editorial
    Postado em 3/6/2011 16:59 por Didú Russo

    Um raciocínio que pintou no Debate do Vinho da Fecomercio: 115 milhões de garrafas de vinho fino x R$ 0,30 de Selo Fiscal = R$. 34.500.000,00 !!! Já imaginaram essa grana numa campanha institucional pelo vinho? Pois é...



  • COMIDA da Folha de São Paulo 7:15 am | 30 May

    Seção Expert
    Postado em 30/5/2011 10:15 por Didú Russo

    O Caderno COMIDA da Folha de São Paulo, apesar de ter perdido o competente Jorge Carrara, aumentou seu espaço sobre vinhos no caderno, pois o 1º me deixou com a garganta seca, muita comida e pouco vinho. Na última semana uma interessante matéria do articulista Hélio Schwartsman lvanta a questão das avaliações de vinho. Vale a reflexão.Leia aqui a matéria.



  • Vinhedos, Barricas de Allier e Terroir 7:19 pm | 26 May

    Seção Editorial
    Postado em 26/5/2011 22:19 por Didú Russo


    As tres coisa que mais ouvi nos últimos dez anos:


    • O vinho é feito no vinhedo.
    • Nossas barricas são de Allier
    • Queremos mostrar o nosso verdadeiro terroir.



    A Minha opinião sincera:
    •  
    • 90% deles mentiram.
    • 90% deles manipularam suas vinificações.
    • Os bosques de Allier seriam maior que a Amazônia se todos tivessem dito a verdade.
    • Não faz mal, eu me divirto assim mesmo e gostando cada vez mais dos vinhos puros, sinceros.



  • Ótima compra. Biberius Tempranillo na Vinci Vinhos 12:57 pm | 26 May

    Seção De R$ 30,00 a 60,00
    Postado em 26/5/2011 15:57 por Didú Russo

    O que mais gosto nos encontros de vinho depois de rever produtores que se tornaram amigos, é encontrar as boas compras. Sempre lembrando que esses valores têm como base o que o brasileiro hoje considera “bom preço” o que é bastante diferente de um europeu, afinal, somos ricos...

    Um dos vinhos que certamente entraram para a minha lista de “secondo me” de 2011 é o Biberius Roble Tempranillo 2009 que chega pela Vinci Vinhos a U$ 23,90 e que pude provar na companhia de seu proprietário Álvaro Comenge.

    Como disse meu amigo João Clemente da Vino & Sapore: “ Pois é Didú, eu sempre pergunto aos clientes da loja se eles estão procurando um vinho argentino por que gostam ou por causa do preço. Se é por causa do preço, eu sempre mostro alternativas da Europa, caso deste Biberius aqui” Concordo plenamente. Experimente.



  • FVLVIA Garagem Pinot Noir de Marco Daniele está fazendo história. 8:00 pm | 23 May

    Seção Editorial
    Postado em 23/5/2011 23:00 por Didú Russo


    Meu amigo, o competente Marco Daniele, que "secondo me" faz atualmente o melhor vinho brasileiro, o FVLVIA Garagem Pinot Noir 2009 que na Confraria dos Sommeliers, introduzido às cegas ficou à frente de exemplares de Nuit Saint Georges e Gevrey Chambertin, fica eufórico a cada reconhecimento de seu experimento de vinho puro e que mostre o terroir brasileiro e não vinhos que se envergonham do que são e querem ser chilenos.

    Recebi dele o e-mail abaixo, enviado por um Cliente:

    Prezado Marco,

    Acabei de fazer um pedido da promoção "Sobrevoando Tormentas" e aguardo resposta para saber a forma de pagamento, contudo gostaria, caso possível, fazer um pedido específico do Fulvia 2009 (Pinot Noir). Gostaria de saber se há um pedido mínimo ou máximo de garrafas.Sou assinante da Prazeres da Mesa e li a matéria do Didu Russo, mas confesso que não dei a devida atenção. No dia de ontem, porém, um amigo enófilo me convidou para um jantar e disse que teria uma surpresa para mim, uma prova às cegas. Bem, aceitei o desafio. Servido o vinho, pela cor, já achava que era um Pinot, os aromas eram complexos. O vinho tinha uma tipicidade inacreditável que somente seria possível ser alcançada na Borgonha. O vinho era estilo europeu, clássico e gastronômico, jamais imaginei que seria um vinho do Novo Mundo. Para minha surpresa e risos de meu dileto amigo Galba era um exemplar nacional. Sinceramente, não acreditei. Nunca vi nada igual em qualquer vinho nacional. Nada que tenha sido feito ou que provei tinha essa qualidade. Pura magia e quero mais, inclusive me cadastrar para comprar em primeira mão, o que vi no site ser possível.



    Aguardando resposta, só me resta cumprimentá-lo pelo trabalho que é desenvolvido em sua vinícola.

    Atenciosamente,

    Luis Claudio Fonseca Magalhaes




    Então escrevi ao Marco pedindo se ele me autorizava a publicar o texto. Ele me respondeu:


    Querido amigo,

    É fantástico o que está acontecendo em torno desse pinot. Esta mensagem prova que as pessoas não são tão ingênuas ou sugestionáveis como se pensa. O enófilo brasileiro está evoluindo, e já existe um nicho de conhecedores refinados, apreciadores de borgonhas. Veja que ele não foi impactado pelo artigo, mas na prática acabou concordando. Isso é honestidade de todos nós: autor, formador de opinião, e consumidor, que soube voltar atrás em seu preconceito. Deve ser motivo de orgulho para alguém como você, que teve coragem de sustentar sua opinião em avant-première (em vez de ficar sobre o muro), ao presenciar essa enxurrada de opiniões concordantes de gente como o Ed Motta e do nicho de conhecedores da Borgonha!

    Da minha parte não há problema algum em publicar, é uma honra! Da parte do cliente também não creio haver problema, mas se preferir, seguem os dados para contatá-lo a respeito.

    Um grande abraço!

    MD



    Após meu contato, a resposta de Luis Claudio:



    Prezado Didu,

    Obviamente que não há problema algum. Se você acredita que a minha mensagem de alguma forma pode contribuir para a divulgação do vinho nacional, especialmente do Marco Daniele, com certeza é uma grande satisfação, uma vez que a minha opinião foi fruto de uma experiência inusitada proporcionada por um grande amigo enófilo, Galba. Aproveito a oportunidade para esclarecer que, a bem da verdade, embora não tenha dado a devida atenção a matéria sobre a degustação de exemplares de Borgonha, onde o vinho do Marco foi introduzido como elemento surpresa (E grande surpresa, como pude constatar pessoalmente alguns dias depois), meu amigo, grande apreciador e conhecedor dos vinhos da Borgonha chegou ao Fulvia por meio da matéria, tendo adquirido alguns exemplares do vinho. Ele mesmo admitiu que foi instigado a degustá-lo em função de seus comentários que exaltavam a qualidade surpreendente do vinho. Mérito seu e humildade nossa no sentido de quebrar os preconceitos estabelecidos em relação ao vinho brasileiro e as vastas opções que temos para descobrir novos produtores.

    Um grande abraço e parabéns pelo seu trabalho,

    Luis Claudio Fonseca Magalhães


    Devo dizer o seguinte: O Brasil tem qualidade para mostrar o que é sem querer imitar ninguém. Não tenho nada contra vinhos globalizados de volume, que procuram o gosto do consumidor novo. É sem dúvida o maior mercado no mundo todo, esse do vinho comum, bom ou não, mas vinhos que não têm personalidade, "secondo me". Para ganhar dinheiro, esse sem dúvida é o melhor caminho no vinho. Mas o vinho de verdade é mais que isso, Vinho é paixão.

    Esses mercados como disse Angelo GAJA, são mercados complementares. Nada contra. Porém acho que todos deveríamos incentivar produtores que buscam mostrar o que temos de qualidade e de personalidade e não tentar eliminá-los com burocracias.

    Toda a estrutura do vinho no Brasil deveria apoiar, incentivar, estimular, amparar, divulgar e entender estes "experimentos" em vez de tentar prejudicá-los. Como se ajuda? Muito simples:


    Os consumidores deveriam provar esses vinhos sem pré julgamentos e aprender o que se está propondo, com isenção.
    O IBRAVIN deveria ajudar com programas especiais e amparar esses pequenos produtores.
    O Governo deveria aceitá-los como condição de patrimônio cultural e não nivelá-los exigindo padrões de vinícolas australianas a eles, que peça padrões da Bourgogne então.
    A ABE deveria ( e disse isso lá a todos ), incluir nem que fosse 1 amostra em sua excelente Avalaição Nacional de vinhos de pequenos produtores. Qual o problema em fazer isso?
    Os grandes produtores deveriam ter, uma parcela que fosse, experimental, e mostar que sabem fazer um vinho de personalidade, sem maquiagem, que não muda a voz ao atender o telefone, que se orgulha de ser de onde é, que não se arruma falsamente para ir a uma festa mostrar o que não é para agradar ao cliente. Se têm competência para isso, que mostrem. Só por vaidade, gostaria de ver, sinceramente. O Brasil precisa mostrar seu carater. Precisa dizer ao mundo. Vejam! Este é um terroir brasileiro!




  • Tannat e Cordeiro no Uruguay 5:48 am | 23 May

    Seção Dicas
    Postado em 23/5/2011 8:48 por Didú Russo

    Minha amiga Mariana Cerutti esposa de Pablo Falabrino, o surfista do vinho uruguaio, (Viñedo de Los Vientos), me avisa do 3º Festival do Tannat e o Cordeiro. O evento, que acontecerá no dia 4 de junho, reunirá algumas das melhores bodegas uruguaias e você pode saborear estes dois emblemas uruguaios: Tannat e Cordeiro. O evneto faz parte das comemorações do bicentenário do Uruguay. Informe-se pelo e-mail: info@loscaminosdelvino.com.uy.




  • Leveduras Indígenas. Você sabe o que é isso? 12:19 pm | 21 May

    Seção Expert
    Postado em 21/5/2011 15:19 por Didú Russo


    Estou sempre perguntando aos enólogos se usam leveduras indígenas. A pergunta é incômoda. Enólogo não gosta de correr riscos. Usar leveduras naturais não é para qualquer um. Essas eveduras naturais e próprias daquele vinhedo e daquela safra, são a melhor maneira de mostrar a personalidade daquele vinhedo, naquele ano. Essa a razão de gostar delas, é natural.

    Produtores biodinâmicos ou naturais nunca lançam mão de leveduras selecionadas. A razão é simples, as selecionadas (o que não quer dizer necessariamente que sejam sintéticas, ou turbinadas com aromas*), são muito fortes por serem selecionadas e inoculadas, assim dominam as outras. Ao dominar as outras interfere na representação daquela paisagem. Ponto.

    O produtor português Carlos Campolargo (Mistral) por exemplo, cultiva há anos 50 hectares de vinhas, nunca usou leveduras selecionadas e nunca perdeu uma safra. Não pode ser magia não? Experimente um vinho deste produtor e veja a personalidade. Há opções de R$ 50 a R$ 250,00, vale à pena.

    * Nicolas Joly me enviou uma lista com mais de 300 tipos de leveduras com aromas direcionados, imitando grandes terroirs do planeta, que tal isso? Você quer beber um vinho assim? Eu não. Eu não gosto de ser enganado. Eles podiam ao menos escrever no rótulo o que puseram lá dentro... Aliás essa a razão por que a maioria dos Chardonnay e Sauvignon Blanc da América do Sul são quase idênticos, usando todos as leveduras XPTO123.

    Bem, digo isso, por que fiquei super feliz em saber de Alejandro Vigil, enólogo chefe da Catena Zapata, que os vinhos de Catena acima da linha Angelica, todos usam apenas leveduras indígenas. É muito bom ver que um homem visionário como Nicolás Catena, que levou o nome da vitivinicultura argentina para todo o mundo, estar preocupado com isso. Bom para nós e bom para o carater dos vinhos.



  • Sallier de La Tour Syrah de Alberto Tasca 12:19 pm | 18 May

    Seção De R$ 30,00 a 60,00
    Postado em 18/5/2011 15:19 por Didú Russo

    O jantar de ontem oferecido pela Mistral, esteve espetacular. O cardápio da Bel Coelho como sempre estava impecável. Sempre imagino que quando ela monta meu prato (e nem é ela...), logo se acende um spot, enquanto ela mostra um sorriso para mim... Ah... os homens, são sempre uns tontos.

    O serviço desta vez estava impecável e tivemos a sorte em contar com Jô Barros no serviço do vinho. Show. Não bastasse tudo isso, a Claudinha que voltou de férias, soube montar uma mesa "diplomata" e com ótima iluminação!!! Fantástico. O nome da noite era jovem, alegre, feliz, simpático e muito bem humorado. Assim como Deus gostaria que todos fossem.

    Só não sei se o estacionamento foi oferecido aos jornalistas, pois por prevenção estacionei umas quadras antes e evitei possíveis problemas de reembolso com o chato do pão duro do meu editor...

    Alberto Tasca estava impecável falando com paixão de sua Azienda siciliana.
    Vinhos degustados e seus preços.

    • Regaleali Le Rose um rosé de Nerello Mascalese (U$ 37,90),
    • Nozze d'Oro 2008 (criado para comemorar em 2008 as Bodas de Ouro de Giuseppe Tasca D'Almerita, pai de Alberto), um branco de 78% de Inzolia (você sabia que existem 40 castas autóctones na Sicilia?) e 22% de Sauvignon Blanc, sem madeira, vinho espetacular com alta acidez e muita untuosidade na boca (U$ 55,90),
    • Sallier de La Tour Syrah 2008 (U$ 30,75) a grande surpresa da noite "secondo me", fresco, vivo, agradável, e com personalidade, está feliz or ser siciliano...
    • Regaleali Nero D'Avola 2008 (U$ 37,90), Cygnus Nero D'Avola/Cabernet Sauvignon 2007 (U$ 55,50),
    • Tasca D'Almerita Cabernet Sauvignon 2005 (U$ 99,90),
    • Rosso del Conte 2005 Espetáculo!! (U$ 139,50) que usa prioritáriamente Nero d'Avola (85%) e outras castas entre Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, etc. Fizeram apenas 5 safras até hoje. Este vinho nasceu quando Giuseppe incomodado com o sucesso dos "Chateauneuf" na década de 70, resolveu ir para o Rohne e depois de uns meses voltou e disse confiante: Vamos fazer aqui o melhor vinho do mundo... típico de italiano. Adoro os italianos.
    • Malvasia di Salina Capofaro 2008 (U$ 89,90), um passito de Malvasia (Vinho dos Vulcões), com aromas de casca de laranja em compota e acidez perfeita.

    Grazie! La Vita é Bella!!!!, para quem sabe ver.




 



Baixar música

Programas para baixar música grátis ao seu computador.

 

Jogos

Os melhores jogos totalmente grátis.

Últimas Notícias do Brasil e do Mundo com fotos e vídeos. Notícias, Esportes, Entretenimento, Diversão,
Arte, Lazer, Blogs, Novidades, Tecnologia, Bares, Restaurantes, Viagens, Cidades, Shopping.